Tuesday, June 13, 2006

Porque Combato

-Porque não desisto
-Porque a minha revolta é legítima
-Porque quero combater pelo meu povo contra o capitalismo
-Porque quero combater com o meu povo contra a escumalha
-Porque quero preservar a minha IDENTIDADE

Eu escolhi o lado mais complicado, o lado da resistência.
A vida não é feita de escolhas fáceis, quando se fazem opções temos que assumi-las, e eu assumo-as, luto pelo meu POVO contra os inimigos da nossa identidade.

A solidariedade étnica é o guião da minha luta, enquanto houver um branco a sofrer, eu sofro.

Sunday, June 11, 2006

O Corte Radical

Nacionalismo e Europeísmo. Serão noções antagónicas?

A resposta é um rotundo NÃO! Só elementos passadistas e com "horizontes curtos" podem ver na nossa grande Europa ou nas pátrias carnais europeias os inimigos de Portugal.

A sobrevivência da identidade portuguesa está intrinsecamente ligada à preservação da identidade Europeia, logo, temos, hoje, de encetar um combate supranacional. Inevitavelmente a luta pela perpetuação da nossa identidade não pode ser empreendida apenas à escala nacional: somos demasiado vulneráveis e fracos para fazer face ao aparelho etnocida. Como tal, a única solução é uma sinergia de forças, abrangendo todo o continente Europeu. Só assim seremos capazes de vencer esta contenda, a maior e a mais decisiva.

Acreditamos firmemente que o futuro da nossa Nação só poderá ser assegurado com uma União Europeia (que não a actual!), assente no respeito e na promoção da identidade dos Povos, e não uma União baseada no capital e no primado do económico.

O povo europeu não pode continuar sob o jugo do neo-liberalismo que hoje comanda os destinos da nossa Europa.

Os nacionalistas europeus não podem alhear-se das angústias do seu próprio povo, para satisfazerem caprichos ideológicos. Têm, isso sim, que revoltar-se contra os governantes corruptos que conduzem a Europa para a destruição, seguindo cegamente o instinto do capital.

Os actuais governantes são egoístas, e nós precisamos de governantes altruístas, que concebam a nação como uma comunidade, a qual está a ser invadida demograficamente, transformada étnica e culturalmente e destruída economicamente. Os problemas que hoje afectam os portugueses são os mesmos que afectam os nossos irmãos europeus. Posto isso, os sacrifícios têm que ser travados em conjunto, não podemos dividir esforços e cair nos nacionalismos estreitos e odientos para com os nossos irmãos. Basta de chauvinismos e de xenofobias!

O nacionalismo europeu almeja novas conquistas. Desprendido do conceito anacrónico de estado-nação, resultado e herança da Revolução Francesa e que não corresponde às necessidades da Europa, consideramos legítimas as aspirações das pátrias carnais, como a Córsega, Euskadi, Bretanha, Galiza, Escócia, Flandres ou Lombardia. Nações na sua verdadeira acepção, estes países procuram libertar-se do jacobinismo centralista que pesa sobre eles há séculos. Desejam adquirir a independência, a fim de melhor assegurarem a perpetuação da sua especificidade identitária, tendo perfeita noção de que, recuperadas as antigas liberdades perdidas, unidos numa grande Europa, onde se aplique efectivamente o princípio de subsidiariedade, poderemos, então, voltar a ser o que fomos outrora, a Europa Potência.

É urgente livrar-nos das mentalidades retrógradas e encarar o futuro da Europa numa autêntica união que defenda efectivamente e acima de tudo os interesses dos europeus.

Assim sendo, a União Europeia que hoje vigora não serve os interesses dos nossos povos. Urge implodi-la, antes que seja tarde.

Nós, Causa Identitária, somos nacionalistas porque somos Europeístas convictos. Olhamos para a Europa, como o nosso espaço natural, o espaço onde originalmente surgiram os nossos antepassados, aqueles que levaram a que hoje sejamos portugueses, a nossa singularidade nesta Europa. A nossa afirmação na Europa não passa por virarmos costas ao "Velho" Continente, barricados no poeirento orgulhosamente sós. Passa, isso sim, por nos unirmos em torno do essencial; a defesa da milenar identidade comum europeia.

Para os que acreditam numa Europa Social e Solidária, tal como nós, é primordial a luta pela manutenção da identidade. Só faz sentido ter uma Europa Socialista com a garantia de que a nossa especificidade etno-cultural será preservada.

Assim sendo, lutamos e lutaremos para que a estrutura neo-liberal em que a actual União cresceu seja desfeita, porque uma estrutura Europeia tem que representar o seu Povo e não interesses que lhe são estranhos e que só pretendem destruir a grandeza deste grande Continente.

Não nos vamos alongar neste texto sobre o que queremos e pretendemos para a nova Europa, basta pesquisar a página da Causa Identitária para perceberem quais os nossos intentos e objectivos. A Luta Nacional, expressão tão querida dos nacionalistas tacanhos, que na realidade não são senão meros patriotas, tem que transformar-se em Luta Europeia, os conceitos e as expressões que determinados "nacionalistas" usam têm que ser ultrapassados e substituídos por outros mais inovadores e audazes.

A palavra Nacional tem que readquirir o sentido etimológico original, isto é, ser entendida e identificada com o povo, o etnos grego.

A reformulação do discurso nacionalista é primordial neste combate. É importante que o povo veja que não somos xenófobos, e que até almejamos uma Europa Unida que lute pelos interesses dos trabalhadores europeus, de todos os europeus. É imperioso um corte radical com o discurso tipicamente associado à extrema-direita. Não somos, nem queremos ser associados à extrema-direita, o nosso posicionamento político está a um nível superior à clássica clivagem direita/esquerda, porque colocamos os interesses da nação em primeiro lugar. O caminho não é à direita nem à esquerda, é em frente!

A única alternativa a este sistema decadente, é a posição europeísta. Na luta contra a globalização económica, demográfica e cultural, o combate, insistimos, passa pela preservação das identidades. O espírito revolucionário existente em cada combatente identitário e verdadeiramente nacionalista é a nossa fonte de alimentação para combater por uma Causa na qual acreditamos. É esta nossa crença, e a qual nos distingue do discurso nacional-passadista.

Não queremos deixar mentes incrédulas, mas o futuro do nacionalismo é, indubitavelmente o europeísmo.

Thursday, June 08, 2006

Eu não receio a liberdade de expressão

Sou e sempre serei um defensor inequívoco da liberdade de expressão. Esta não me assusta, não me mete medo, não interfere com os meus ideais. Porque é que seria um opositor à liberdade de expressão?

Tudo o que dizemos pode, potencialmente, ferir susceptibilidades. Será que vamos deixar de falar por causa disso? Não, todos nós devemos dizer o que nos vai na alma, só assim será possível uma salutar troca de opiniões. Por isso sou um defensor da TOTAL liberdade de expressão na Europa.

Fui defensor da publicação dos “cartoons” de Maomé, independentemente de ferir ou não os sentimentos dos muçulmanos extremistas ou moderados. Estou-me borrifando que os muçulmanos se sintam ofendidos. A Europa não pode privar os Europeus de publicarem o que quiserem ou de darem largas à sua imaginação só porque frases ou desenhos vão magoar certas minorias. Na Europa mandam (ou deveriam mandar) os Europeus, não as minorias!

Do mesmo modo defendo que os “cartoons” sobre o holocausto que vão a concurso no Irão, sejam publicadas por qualquer jornal ou revista europeia, quer choque ou não os judeus. Os Europeus não podem estar preocupados com certos dogmas que lhes são impostos pelo «politicamente correcto», afinal de contas, a grande virtude do homem é pensar e os Europeus sempre se destacaram nessa actividade.

E essa grande virtude humana está a ser castrada pelo poder. Não esqueçamos que hoje na Europa existem historiadores e pensadores que estão a conhecer as amarguras da prisão por pensarem. Sim, unicamente por pensarem e por interrogarem as verdades instituídas e legalmente protegidas. Falo aqui dos revisionistas da II Guerra Mundial como Zundel ou Irving(*) (entre muitos outros).

Estas detenções acontecem porque a lei de vários países europeus proíbe o pensar, interrogar ou questionar o holocausto. Com que direito?! Quem não deve, não teme!

Na Europa democrática, devemos ser defensores da total liberdade de expressão para que todos tenham o direito a exprimir a sua opinião. Se eu estou convicto da justeza das minhas ideias políticas nunca temerei o confronto com outros que pensem doutro modo. Só este confronto permitirá demonstrar a superioridade daquilo que defendo.

Logo, como europeu e defensor dos princípios Europeus sou um combatente pela liberdade de expressão neste sistema que deveria ser democrático mas que em pequenos exemplos mostra não o ser.

Nada temos a perder com a liberdade de expressão, antes pelo contrário, temos tudo a ganhar.

(*) David Irving acaba de ser condenado a três anos de prisão por um tribunal austríaco. O seu crime? Não concordar com a versão oficial e legalmente instituída do holocausto

Friday, June 02, 2006

Contra a Entrada da Turquia, Marchar!

Contra a entrada da Turquia, Marchar!

A entrada da Turquia na Europa significava colocar uma bomba relógio islâmica na Europa. Apenas 5% do território turco pertence á Europa..... As suas gentes culturalmente e religiosamente são antagónicas ao espírito europeu.

Wednesday, May 31, 2006

Os sete pecados mortais da Iminvasão

1. A Iminvasão não europeia descaracteriza a cultura e civilização dos povos europeus. Corrompe a nossa identidade primordial.

2. Aumenta, como provam as estatísticas, o número de casos de doenças infecto-contagiosas, congestionando os nossos hospitais.

3. Contribui exponencialmente para a criminalidade violenta: assaltos à mão armada, tráfico de droga e de pessoas.

4. Incrementa a despesa social: construção de "bairros sociais", abonos de família, subsídios de desemprego, erosão e destruição do ensino público, saúde pública e transportes públicos.

5. Cria condições sociais para a eclosão de conflitos inter-culturais e inter-étnicos. Está provado que todas as sociedades homogéneas do ponto de vista cultural e religioso são mais coesas e pacíficas.

6. No domínio económico provoca uma diminuição do nível de vida dos povos receptores. Os iminvasores trabalham por salários mais baixos e não são contestatários.

7. A médio prazo, os iminvasores passam a usufruir do estatuto de minoria étnica, com todos os inconvenientes e prejuízos que essa condição acarreta, sobretudo em Portugal, que nunca teve minorias étnicas, tendo sido sempre identificado pela sua homogeneidade cultural e religiosa.Em apêndice, e como trabalho de campo sugere-se e recomenda-se aos que permanecem retidos nas suas redomas de vidro cismando com "filosofias" etéreas, uma descida aos infernos: uma visita não guiada e sem protecção policial à Cova da Moura, à Damaia, ao bairro Pica-Pau Amarelo, ao bairro Outurela-Portela, ao bairro Casal Santa Filomena, Amadora, à Azinhaga dos Bezouros, à Baixa da Banheira... Creio que basta!

Uma descoberta dos indícios e sinais do que pode ser o fim de Portugal!

Os tempos são de combate!

Sunday, May 28, 2006

Etnomasoquismo

tendencia masoquista a culpabilizar y minusvalorar a la propia etnia, al propio pueblo (…) Es una psicopatología colectiva, provocada por una largo trabajo de propaganda a favor de una pretendida culpabilidad fundamental de los pueblos europeos frente a los otros, de los que serían los “opresores” (…) Este trabajo de arrepentimiento, verdadera impostura histórica, fue iniciado tanto por las iglesias, como por los Estados europeos (…) El etnomasoquismo está también en la base de las políticas anti-natalistas que tienden subrepticiamente a limitar la reproducción de las poblaciones europeas (…) El hombre europeo estaría marcado por un pecado original, una tara racial intrínsecas, sería culpable de ser lo que es. El etnomasoquimsoprovoca la apología sistemática del mestizaje y el cosmopolitismo. Curiosamente deniega a los europeos la idea de
identidad étnica pero la otorga a los otros (…) el etnomasoquismo se asemeja a un etno-suicidio (…) las elites europeas están atientes de esta enfermedad colectiva. Esto último explica el laxismo frente a la colonización migratoria y la idea según la cual nosotros tendríamos a la vez el deber y la necesidad de acoger a los nuevos ocupantes”.

Tuesday, May 23, 2006

O que é a Globalização e porque a combatem os Identitários?

1. A globalização aspira à universalização do modelo político, económico e sócio-cultural ocidental: igualitarismo, reducionismo economicista, filosofia dos direitos humanos, individualismo, encarnado no american way of life;

2. A globalização traduz-se numa vontade totalitária de unificar e homogeneizar todas as formas de civilização, ameaçando de morte a especificidade dos povos;

3. A globalização significa a destruição das tradições europeias e a sua substituição pelo americanismo, africanização e islamização cultural;

4. A globalização conduz ao desaparecimento de toda a função soberana, enquanto autoridade que determina e assegura o destino de um povo;

5. A globalização é a subordinação da função política à função mercantil e economicista, na qual o mercado se torna o derradeiro e único horizonte de todas as decisões políticas;

6. A globalização é o triunfar do democratismo, tornado dogma, que mais não é que uma democracia simulada onde o interesse do povo está ausente. O democratismo é apresentado como modelo intemporal aplicável em qualquer parte do mundo;

7. A globalização é a imposição do mito igualitário, o que afirma que todos os homens são por essência iguais, procurando nivelar povos, culturas e civilizações, desprezando a diversidade étnica, cultural, moral e social existente entre os povos;

8. A globalização é um projecto civilizacional uniformizador que nega o direito de cada povo, etnia, cultura, nação, de viver segundo as suas próprias normas e tradições, particularmente a nós, europeus;

9. A globalização favorece unicamente os plutocratas e as multinacionais e não os trabalhadores, olhados como simples produtores/consumidores;

10. A globalização leva inevitavelmente ao etnocídio pela transformação das populações europeias numa massa mestiça sem identidade.